sexta-feira, 15 de maio de 2009

Vento frio.

Me despedaça. Com se faz bem-me-quer, mal-me-quer com uma flor. Me despedaça. Dá uma facada em meu peito que quebra estilhaça, se disperça no obscuro de minh'alma. Me despedaça como alguém como alguém que não se quer um momento de dor sem pensar no próximo. Me mata com este pêndulo de dor que vai e volta, vai e volta, vai e volta em meu coração.
Enquanto festejas, há um coração que arde de amor não correspondido. O pêndulo aflito se mantém estático. A dor pérpetua que corre bruscamente, enfesta minh'alma em chamas. O ardor das chamas enche meus olhos que gotejam de aflição.
Me despedaça em risos sarcásticos de maldade que nao se ouvi em qual quer esquina, em qual quer coração. Ouço no meu.
O Amor que procuro em mim, está vagando por estas ruas que desconheço... Encontraste meu amor? Se o encontrar, manda-o vir logo. Antes que os pedaços da alma impassiva se vá com o vento frio que beija minhas feridas.

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